Nossa proposta: Dividam-se em dois grupos e organizem um julgamento. O grupo um irá fazer a defesa de Capitu, o grupo dois a acusação. Para colaborar na coleta do material, vejam antigos julgamentos que podemos encontrar no youtube.
Ler pode ser divertido
sábado, 15 de outubro de 2011
Proposta.
Esperamos que o blog tenha auxiliado na leitura e compreensão da história, esse espaço não teve intuito de fazer a leitura por vocês, por isso nos concentramos apenas no Bentinho, Capitu e Escobar. Mas existem outros personagens que colaboraram para o desenrolar do enredo como: D.Glória, figura devota e religiosa, apegada às tradições; Tio Cosme, viúvo gordo e pesado, tinha respiração curta e os olhos dorminhocos; Prima Justina, vivia de favor na casa de D. Glória; José Dias, o agregado, tipo bajulador que amava os superlativos.
Um panorama geral.
Baseado na ideia de traição, um dos temas mais antigos da literatura (e tema central da literatura realista), em nenhum momento o narrador dá a prova cabal de que Capitu tenha de fato traído Bentinho com Escobar. No entanto, tal fato vem sugerido subliminarmente ao longo de todo romance. O adultério de Capitu nunca foi totalmente esclarecido para o leitor, pois o próprio narrador-personagem apresenta ao longo da história uma série de indícios, provas e contraprovas, a favor e contra Capitu. Por exemplo, diz-nos que Capitu é parecidíssima com a mãe de Sancha, sem haver qualquer parentesco entre elas. Tal semelhança é acentuada em um episódio: aquele no qual a prima Justina, para causar ciúmes em Bentinho, insinua que Capitu teria ido à casa de Sancha para namorar, sendo que na verdade ela fora visitar a amiga doente. Quando da entrada de Bento na casa do velho Gurgel, este lhe assegura o estado da filha e comenta sobre a semelhança entre Capitu e sua falecida mulher, quebrando as expectativas de Bento em flagrar alguma traição.
Conclui-se que por meio da narração não há como confirmar se houve ou não adultério. Os fatos narrados deixam dúvidas, pois a semelhança de Ezequiel com Escobar e o fato de Escobar ser muito amigo de Capitu levam o leitor a pensar que houve traição. Por outro lado, a relação de Capitu e Escobar poderia ser fraternal, e não carnal. Já o amor da moça do Bentinho desde infância e a sua luta por ele, além do fato de não haver flagrante da traição, levam o leitor a acreditar na fidelidade. O leitor pode supor que Bentinho fosse ciumento e imaginasse alguns fatos. Nada se comprova, pois sendo Bentinho o próprio narrador, seu relato é parcial e interessado. Nossa única certeza é a dúvida.
Pesquisa.
Cap. 135- Otelo: '' Vi as grandes raivas do mouro, por causa de um lenço- um simples lenço!- e aqui dou matéria à meditação dos psicólogos deste e de outros continentes, pois não me pude furtar à observação de que um lenço bastou a acender os ciúmes de Otelo e compor a mais sublime tragédia deste mundo.''

Sabe-se da relação direta que Dom Casmurro estabelece com Otelo, de Skakespeare. Pesquise algo sobre a peça do dramaturgo inglês e relacione seus principais elementos.

Sabe-se da relação direta que Dom Casmurro estabelece com Otelo, de Skakespeare. Pesquise algo sobre a peça do dramaturgo inglês e relacione seus principais elementos.
Duas observações.
Caros alunos, atentem que na forma de escrever Machado de Assis utiliza um recurso peculiar, o diálogo com o leitor. Não vamos tentar descobrir a intenção do autor ao usar este caminho, mas, você na posição de leitor, ao se deparar com trechos direcionados a você como se sente? O que isso contribui para sua leitura?
Já separados, Bentinho faz viagens a Europa e não vai ao encontro de Capitu, na volta quando perguntado sobre a esposa ''dava-lhes notícias, como se acabasse de viver com ela''. Descreva os aspectos da sociedade em que se encontram os personagens.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Capitu
Capitu, corruptela de caput que, em latim, significa cabeça. É inteligente, sagaz, manipuladora, ao contrário das heroínas românticas. Diz-se que com ela, Machado de Assis, representou nossa cultura, sempre presa ao jogos e às artimanhas, ao 'jeitinho' de ser do brasileiro, que nunca expõe claramente seus pensamentos e intenções.
CAPITU
Composição: (Luiz Tatit)
De um lado vem você com seu jeitinho
Hábil hábil, hábil.. e pronto!
Me conquista com seu dom
Hábil hábil, hábil.. e pronto!
Me conquista com seu dom
De outro esse seu site petulante
WWW ponto poderosa ponto com
WWW ponto poderosa ponto com
É esse o seu modo de ser ambíguo
Sábio, sábio
E todo encanto, canto, canto
Raposa e sereia da terra e do mar
Na tela e no ar
Você é virtualmente amada amante
Você real é ainda mais tocante
Não há quem não se encante
Sábio, sábio
E todo encanto, canto, canto
Raposa e sereia da terra e do mar
Na tela e no ar
Você é virtualmente amada amante
Você real é ainda mais tocante
Não há quem não se encante
Um método de agir que é tão astuto
Com jeitinho alcança tudo, tudo, tudo
É só se entregar, é só te seguir, é capitular
Com jeitinho alcança tudo, tudo, tudo
É só se entregar, é só te seguir, é capitular
Capitu
A ressaca dos mares
A sereia do sul
Captando os olhares
Nosso totem tabu
A mulher em milhares
Capitu
A ressaca dos mares
A sereia do sul
Captando os olhares
Nosso totem tabu
A mulher em milhares
Capitu
De um lado vem você com seu jeitinho
Hábil hábil, hábil.. e pronto!
Me conquista com seu dom
Hábil hábil, hábil.. e pronto!
Me conquista com seu dom
De outro esse seu site petulante
WWW ponto poderosa ponto com
WWW ponto poderosa ponto com
É esse o seu modo de ser ambiguo
Sábio, sábio
E todo encanto, canto, canto
Raposa e sereia da terra e do mar
Na tela e no ar
Você é virtualmente amada amante
Você real é ainda mais tocante
Não há quem não se encante
Sábio, sábio
E todo encanto, canto, canto
Raposa e sereia da terra e do mar
Na tela e no ar
Você é virtualmente amada amante
Você real é ainda mais tocante
Não há quem não se encante
No site o seu poder provoca o ócio, o ócio
Um passo para o vício, o vício, o vício
É só navegar, é só te seguir, e então naufragar
Um passo para o vício, o vício, o vício
É só navegar, é só te seguir, e então naufragar
Capitu
A ressaca dos mares
A sereia do sul
Captando os olhares
Nosso totem tabu
A mulher em milhares
Capitu
A ressaca dos mares
A sereia do sul
Captando os olhares
Nosso totem tabu
A mulher em milhares
Capitu
De um lado você vem com seu jeitinho
Hábil, hábil, hábil... e pronto!
Me conquista com seu dom
Hábil, hábil, hábil... e pronto!
Me conquista com seu dom
De outro esse seu site petulante
WWW ponto poderosa ponto com
WWW ponto poderosa ponto com
É esse o seu modo de ser ambíguo
Sábio, sábio
E todo encanto, canto, canto
Raposa e sereia da terra e do mar
Na tela e no ar
Você é virtualmente amada amante
Você real é ainda mais tocante
Não há quem não se encante
Sábio, sábio
E todo encanto, canto, canto
Raposa e sereia da terra e do mar
Na tela e no ar
Você é virtualmente amada amante
Você real é ainda mais tocante
Não há quem não se encante
No site o seu poder provoca o ócio, o ócio
Um passo para o vício, o vício, o vício
É só navegar, é só te seguir, e então naufragar
Um passo para o vício, o vício, o vício
É só navegar, é só te seguir, e então naufragar
Capitu
A ressaca dos mares
A sereia do sul
Captando os olhares
Nosso totem tabu
A mulher em milhares
A ressaca dos mares
A sereia do sul
Captando os olhares
Nosso totem tabu
A mulher em milhares
Capitu
Feminino com arte
A traição atraente
Um capitulo a parte
Quase vírus ardente
Imperando no site
Capitu
Feminino com arte
A traição atraente
Um capitulo a parte
Quase vírus ardente
Imperando no site
Capitu
Capitu
A ressaca dos mares
A sereia do sul
Captando os olhares
Nosso totem tabu
A mulher em milhares
Capitu!
A ressaca dos mares
A sereia do sul
Captando os olhares
Nosso totem tabu
A mulher em milhares
Capitu!
Que semelhanças e diferenças encontramos na Capitu machadiana, e a retratada na música? Retire do textos trechos que comprovem seus argumentos.
Conhecendo as personagens.
Bentinho: Ocupa uma postura de anti-herói. Não pretendia ser padre como determinara sua mãe, mas tencionava casar-se com Capitu, sua amiga de infância. Podemos dizer que ele é uma espécie de ideal de sinceridade que contrasta com os demais personagens, todos imersos em dissimulação. Há três fases de seu desenvolvimento no enredo. Primeiro é Bentinho; depois, Dr. Bento Fernandes Santiago; por último, Dom Casmurro, isolado em seu rancor.
Capitu: Foi descrita em sua adolescência como uma criatura alta, forte e cheia, com um vestido de chita bem grudado no corpo, os cabelos grossos em tranças. Olhos grandes e claros, é famosa a descrição em que se diz que tais olhos eram de 'cigana oblíqua e dissimulada', mas, para Bentinho, eles pareciam 'olhos de ressaca'. Encarna em si com a máxima potência a indefinição e os enigmas que são comuns aos personagens de Machado de Assis.
Escobar: amigo de Bentinho, seminarista, "era um rapaz esbelto, olhos claros, um pouco fugitivos, como as mãos,... como tudo". Ezequiel Escobar foi colega de seminário de Bentinho e, como este, não tinha vocação para o sacerdócio. Melhor amigo de Bentinho. Gostava de matemática e do comércio. Quando saiu do seminário, conseguiu dinheiro emprestado de D. Glória para começar seu próprio negócio. Casou com Sancha, melhor amiga de Capitu.
Todas as análises que fazemos são feitas a partir do que nos é oferecido por Bentinho. Trace um perfil dessas três personagens com suas próprias impressões tiradas da sua leitura, tendo um posicionamento crítico, tentando fugir das insinuações de Bentinho.
Capitu: Foi descrita em sua adolescência como uma criatura alta, forte e cheia, com um vestido de chita bem grudado no corpo, os cabelos grossos em tranças. Olhos grandes e claros, é famosa a descrição em que se diz que tais olhos eram de 'cigana oblíqua e dissimulada', mas, para Bentinho, eles pareciam 'olhos de ressaca'. Encarna em si com a máxima potência a indefinição e os enigmas que são comuns aos personagens de Machado de Assis.
Escobar: amigo de Bentinho, seminarista, "era um rapaz esbelto, olhos claros, um pouco fugitivos, como as mãos,... como tudo". Ezequiel Escobar foi colega de seminário de Bentinho e, como este, não tinha vocação para o sacerdócio. Melhor amigo de Bentinho. Gostava de matemática e do comércio. Quando saiu do seminário, conseguiu dinheiro emprestado de D. Glória para começar seu próprio negócio. Casou com Sancha, melhor amiga de Capitu.
Todas as análises que fazemos são feitas a partir do que nos é oferecido por Bentinho. Trace um perfil dessas três personagens com suas próprias impressões tiradas da sua leitura, tendo um posicionamento crítico, tentando fugir das insinuações de Bentinho.
Dom Casmurro- sobre o livro
Narra em primeira pessoa a estória de Bentinho que, por circunstância várias, vai se fechando em si mesmo e passa a ser conhecido como Dom Casmurro. Sua estória é a seguinte: Órfão de pai, criado com desvelo pela mãe (D. Glória), protegido do mundo pelo círculo doméstico e familiar (tia Justina, tio Cosme, José Dias), Bentinho é destinado à vida sacerdotal, em cumprimento a uma antiga promessa de sua mãe.
A vida do seminário, no entanto, não o atrai tanto quanto o namoro com Capitu, filha dos vizinhos. Apesar de comprometida com a promessa de fazer seu único filho padre, D. Glória sofre com a idéia de separar-se dele. Por expediente de José Dias, o agregado da família, Bentinho abandona o seminário.
Correm os anos e com eles o amor de Bentinho e Capitu. Entre o namoro e o casamento, Bentinho se forma em Direito e estreita a sua amizade com um ex-colega de seminário, Escobar, que acaba se casando com Sancha, amiga de Capitu.
Do casamento de Bentinho e Capitu nasce Ezequiel. Escobar morre e, durante seu enterro, Bentinho julga estranha a forma qual Capitu contempla o cadáver. A partir daí, os ciúmes vão aumentando e precipita-se a crise. Á medida que cresce, Ezequiel se torna cada vez mais parecido com Escobar. Bentinho muito ciumento, chega a planejar o assassinato da esposa e do filho, seguido pelo seu suicídio, mas não tem coragem. A tragédia dilui-se na separação do casal.
Capitu viaja com o filho para a Europa, onde morre anos depois. Ezequiel, já moço, volta ao Brasil para visitar o pai, que apenas constata a semelhança entre ele e o antigo colega de seminário. Ezequiel volta a viajar e morre no estrangeiro. Bentinho, cada vez mais fechado em suas dúvidas, passa a ser chamado de casmurro pelos amigos e vizinhos e põe-se a escrever de sua vida (o romance).
Realismo.
A produção literária no Realismo surge com temas que norteiam os princípios do Positivismo. São características desse período: a reprodução da realidade observada; a objetividade no compromisso com a verdade (o autor é imparcial), personagens baseadas em indivíduos comuns (não há idealização da figura humana); as condições sociais e culturais das personagens são expostas; lei da causalidade (toda ação tem uma reação); linguagem de fácil entendimento; contemporaneidade (exposição do presente) e a preocupação em mostrar personagens nos aspectos reais, até mesmo de miséria (não há idealização da realidade).
A literatura realista surge na França com a publicação de Madame Bovary de Gustave Flaubert, e no Brasil com Memórias póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis, em 1881.
Contexto em que cada fase da literatura acontece.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Vida e obra do autor.
Antes de entrarmos no universo machadiano, vamos conhecer sua vida e obra:
Como vimos nos vídeos, Machado de Assis era natural do Rio de Janeiro, mulato e de saúde frágil. Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender. Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a proteção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde foram agregados seus pais. Começa a publicar obras românticas em 1859, publica seu primeiro livro de poesias em 1864, sob o título de Crisálidas.
Em 1881 publica um livro extremamente original , pouco convencional para o estilo da época: Memórias Póstumas de Brás Cubas -- que foi considerado, juntamente com O Mulato, de Aluísio de Azevedo, o marco do realismo na literatura brasileira.
Dizem os críticos que Machado era "urbano, aristocrata, cosmopolita, reservado e cínico, ignorou questões sociais como a independência do Brasil e a abolição da escravatura. Passou ao longe do nacionalismo, tendo ambientado suas histórias sempre no Rio, como se não houvesse outro lugar. ... A galeria de tipos e personagens que criou revela o autor como um mestre da observação psicológica. ... Sua obra divide-se em duas fases, uma romântica e outra parnasiano-realista, quando desenvolveu inconfundível estilo desiludido, sarcástico e amargo. O domínio da linguagem é sutil e o estilo é preciso, reticente. O humor pessimista e a complexidade do pensamento, além da desconfiança na razão (no seu sentido cartesiano e iluminista), fazem com que se afaste de seus contemporâneos."
Como vimos nos vídeos, Machado de Assis era natural do Rio de Janeiro, mulato e de saúde frágil. Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender. Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Contava, também, com a proteção da madrinha D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde foram agregados seus pais. Começa a publicar obras românticas em 1859, publica seu primeiro livro de poesias em 1864, sob o título de Crisálidas.
Em 1881 publica um livro extremamente original , pouco convencional para o estilo da época: Memórias Póstumas de Brás Cubas -- que foi considerado, juntamente com O Mulato, de Aluísio de Azevedo, o marco do realismo na literatura brasileira.
Dizem os críticos que Machado era "urbano, aristocrata, cosmopolita, reservado e cínico, ignorou questões sociais como a independência do Brasil e a abolição da escravatura. Passou ao longe do nacionalismo, tendo ambientado suas histórias sempre no Rio, como se não houvesse outro lugar. ... A galeria de tipos e personagens que criou revela o autor como um mestre da observação psicológica. ... Sua obra divide-se em duas fases, uma romântica e outra parnasiano-realista, quando desenvolveu inconfundível estilo desiludido, sarcástico e amargo. O domínio da linguagem é sutil e o estilo é preciso, reticente. O humor pessimista e a complexidade do pensamento, além da desconfiança na razão (no seu sentido cartesiano e iluminista), fazem com que se afaste de seus contemporâneos."
BIBLIOGRAFIA:
Comédia
Desencantos, 1861.
Tu, só tu, puro amor, 1881.
Tu, só tu, puro amor, 1881.
Poesia
Crisálidas, 1864.
Falenas, 1870.
Americanas, 1875.
Poesias completas, 1901.
Falenas, 1870.
Americanas, 1875.
Poesias completas, 1901.
Romance
Ressurreição, 1872.
A mão e a luva, 1874.
Helena, 1876.
Iaiá Garcia, 1878.
Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881.
Quincas Borba, 1891.
Dom Casmurro, 1899.
Esaú Jacó, 1904.
Memorial de Aires, 1908.
A mão e a luva, 1874.
Helena, 1876.
Iaiá Garcia, 1878.
Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881.
Quincas Borba, 1891.
Dom Casmurro, 1899.
Esaú Jacó, 1904.
Memorial de Aires, 1908.
Conto:
Contos Fluminenses,1870.
Histórias da meia-noite, 1873.
Papéis avulsos, 1882.
Histórias sem data, 1884.
Várias histórias, 1896.
Páginas recolhidas, 1899.
Relíquias de casa velha, 1906.
Histórias da meia-noite, 1873.
Papéis avulsos, 1882.
Histórias sem data, 1884.
Várias histórias, 1896.
Páginas recolhidas, 1899.
Relíquias de casa velha, 1906.
Teatro
Queda que as mulheres têm para os tolos, 1861
Desencantos, 1861
Hoje avental, amanhã luva, 1861.
O caminho da porta, 1862.
O protocolo, 1862.
Quase ministro, 1863.
Os deuses de casaca, 1865.
Tu, só tu, puro amor, 1881.
Desencantos, 1861
Hoje avental, amanhã luva, 1861.
O caminho da porta, 1862.
O protocolo, 1862.
Quase ministro, 1863.
Os deuses de casaca, 1865.
Tu, só tu, puro amor, 1881.
Algumas obras póstumas
Crítica, 1910.
Teatro coligido, 1910.
Outras relíquias, 1921.
Correspondência, 1932.
A semana, 1914/1937.
Páginas escolhidas, 1921.
Novas relíquias, 1932.
Crônicas, 1937.
Contos Fluminenses - 2º. volume, 1937.
Crítica literária, 1937.
Crítica teatral, 1937.
Histórias românticas, 1937.
Páginas esquecidas, 1939.
Casa velha, 1944.
Diálogos e reflexões de um relojoeiro, 1956.
Crônicas de Lélio, 1958.
Conto de escola, 2002.
Teatro coligido, 1910.
Outras relíquias, 1921.
Correspondência, 1932.
A semana, 1914/1937.
Páginas escolhidas, 1921.
Novas relíquias, 1932.
Crônicas, 1937.
Contos Fluminenses - 2º. volume, 1937.
Crítica literária, 1937.
Crítica teatral, 1937.
Histórias românticas, 1937.
Páginas esquecidas, 1939.
Casa velha, 1944.
Diálogos e reflexões de um relojoeiro, 1956.
Crônicas de Lélio, 1958.
Conto de escola, 2002.
Antologias
Obras completas (31 volumes), 1936.
Contos e crônicas, 1958.
Contos esparsos, 1966.
Contos: Uma Antologia (02 volumes), 1998
Contos e crônicas, 1958.
Contos esparsos, 1966.
Contos: Uma Antologia (02 volumes), 1998
A proposta do Blog.
Sabendo que o mundo digital é muito mais atrativo que uma sala de aula tradicional e aulas de literatura são vistas com uma boa oportunidade para dormir, o Blog Ler Pode Ser Divertido tem o objetivo de tentar superar essa barreira com os clássicos da literatura brasileira, e mostrar que eles podem ser tão envolventes quanto livros da saga Crepúsculo e afins. Vamos trabalhar com o escritor Machado de Assis e seu grande clássico Dom Casmurro, que gira em torno de uma SUPOSTA traição. Mas antes, vamos conhecer esse tal escritor?
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